LEFEBVRE,H. (2008b1): LEFEBVRE, Henri. Espaço e política. Tradução: Margarida Maria de Andrade e Sérgio Martins. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008. 192p. 178p. Título original: Le droit à la ville – suive de Espace e politique.

LEFEBVRE, H. (2008b2): LEFEBVRE, Henri. Introdução. In: _______. Espaço e política. Tradução: Margarida Maria de Andrade e Sérgio Martins. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008. p.34. [citado em: Convite a um Levante]
LEFEBVRE, H.(2008b3): LEFEBVRE, Henri. Reflexões sobre a política do espaço. In: _______. Espaço e política. Tradução: Margarida Maria de Andrade e Sérgio Martins. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008. p.58-78.
LEFEBVRE, H. (2008b4): LEFEBVRE, Henri. A cidade e o urbano. In: _______. Espaço e política. Tradução: Margarida Maria de Andrade e Sérgio Martins. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008. p.79-88.
trechos da Introdução (p.17-35)
p.34: O direito à cidade, tomado em toda a sua amplitude, aparece hoje como utopiano (para não dizer pejorativamente: utopista). E, entretanto, não se deve incluí-lo nos imperativos, como se diz, dos planos, projetos, programas?
trechos de “A cidade e o urbano” (p.79-88)
p.81: A expressão “sociedade urbana” […] designa uma realidade em formação, em parte real e em parte virtual, ou seja, a sociedade urbana não se encontra acabada. Ela se faz. É uma tendência que já se manifesta, mas que está designada a se desenvolver.
[…] Poder-se-ia dizer, empregando uma metáfora corrente, que o urbano é um continente que se descobre e que se explora à medida que é construído.
trechos de “Reflexões sobre a política do espaço” (p.58-78)
p.73: […] Hoje, mais do que nunca, não existe pensamento sem utopia. Ou, então, se nos contentarmos em constatar, em ratificar o que temos sob os olhos, não iremos longe, permaneceremos com os olhos fixados no real. Como se diz: sejamos realistas… mas não pensaremos! Não existe pensamento que não explore uma possibilidade, que não tente encontrar uma orientação. Evidentemente, desde que se evite o positivismo acabrunhante, que não significa outra coisa senão a ausência de pensamento, encontramo-nos diante das fronteiras, bastante difíceis de discernir, entre o possível e o impossível. E hoje, no entanto, especialmente no domínio que nos concerne, não há pensamento sem utopia.
citações:
No Convite a um Levante em disse:
Parafraseando Henri Lefébvre, acredito no direito à cidade tomado em toda a sua amplitude [4].
4. O conceito “utopista” e a frase “tomado em toda a sua plenitude” estão em: LEFEBVRE, Henri. Introdução. In: _______. Espaço e política. Tradução: Margarida Maria de Andrade e Sérgio Martins. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008. p.34.