JESUS, J.G. (2014): JESUS, Jaqueline Gomes de. Transfeminismo: teorias e práticas. Rio de Janeiro: Metanoia, 2014.
JESUS, J.G. (2019): JESUS, Jaqueline Gomes de. Xica Manicongo: a transgeneridade toma a palavra. ReDoc – Revista Docência e Cibercultura, v.3, n.1, p.250-260, jan./abr. 2029. Disponível em: link externo. Acesso em: 3 mar. 2025.
biografia da pesquisadora na revista ReDoc
Jaqueline Gomes de Jesus, Instituto Federal do Rio de Janeiro – IFRJ
Professora de Psicologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro – IFRJ. Doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília – UnB, com Pós-Doutorado pela Escola Superior de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas – CPDOC/FGV Rio. Pesquisadora-Líder do ODARA – Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura, Identidade e Diversidade (CNPq). Autora do livro “Transfeminismo: Teorias e Práticas” (Metanoia Editora, 2014).
resumo do artigo na revista ReDoc
O presente artigo apresenta a estória de Xica Manicongo, natural do Congo e escravizada, registrada oficialmente como Francisco, conhecida atualmente como a primeira travesti da História do Brasil, considerando os registros de sua existência, derivados os arquivos da Primeira Visitação da Inquisição. Delineando uma trajetória histórica dos usos das informações disponíveis desde o século XVI, por parte de pesquisadores, movimentos sociais e artísticos, reitera-se o caráter mobilizacional da construção de memória coletiva, e seu papel relevantena construção e protagonização de identidades grupais, particularmente, daquelas identificadas no âmbito das identidades de gênero trans, tendo em vista sua apropriação simbólica e ressignificação na contemporaneidade.
trecho do artigo na revista ReDoc (p.259) que sustenta o uso da tag transvestigêneres na pesquisa Como viver junto na cidade:
Xica Manicongo é a mensagem que nos chega do passado e ensina: sigam em frente, transvestigêneres[16]! Pois o terreno fértil será para as vozes trans –transformadas em palavras.
[nota 16: Termo criado pelas ativistas Érika Hilton e Indianare Alves Siqueira, em uma mesa de bar, para se referirem de forma coletiva a pessoas transexuais, travestis e demais pessoas transgêneras, segundo depoimento da atriz Renata Carvalho].
JESUS, J.G. (2025): JESUS, Jaqueline Gomes de. Xica Manicongo: rainha em transição. Folha de S.Paulo, São Paulo, 3 mar. 2025. Caderno Opinião. Disponível em: link externo. Acesso em: 3 mar. 2025.
observação: Referência de pelo menos uma versão da Introdução do Relatório Final da pesquisa.
biografia da pesquisadora na Folha:
Jaqueline Gomes de Jesus
Professora de psicologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro e autora do artigo científico “Xica Manicongo: a transgeneridade toma a palavra”, primeiro a aplicar o nome social à figura histórica.
trecho do artigo na Folha [ponto de atenção parcialmente superado: checar se a Introdução fala disso – falta checar a NTL n.º 2-política]:
O racismo é indissociável do sexismo e do classismo que hierarquiza corpos como melhores e piores, desejáveis e abjetos. Esse imaginário impediu por muito tempo que uma mulher trans ou travesti, em nosso linguajar contemporâneo, pudesse ser reconhecida sequer como digna de humanidade, tampouco vista como cidadã. Haver pessoas trans como sujeitos de direito produz tensões na ordem social estabelecida, exige a mudança de paradigmas que tornam inimaginável tê-las como parte de alguma nobreza.
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