Recebi um PDF desse livro de Sasha Constanza-Clock em 22/02/2026 de Cristina Leite (integrante da rede LevanteBH) por WhatsApp com a mensagem “Dá uma olhada nisso”.
Registro: Obrigado, Cristina! O compartilhamento do conhecimento é uma chave poderosa para conseguirmos viver junto na cidade.
CONSTANZA-CLOCK, S. (2020a): CONSTANZA-CLOCK, Sasha. Design Justice: Community-Led Practices to Build the Worlds We Need. The MIT Press: Cambridge, Massachusetts; London, England, 2020. 228p.
CONSTANZA-CLOCK, S. (2020b): CONSTANZA-CLOCK, Sasha. Design Justice: Community-Led Practices to Build the Worlds We Need. The MIT Press: Cambridge, Massachusetts; London, England, 2020. cap.2 – Design Practices: “Nothing about Us without Us”, p.69-101.
OLIVEIRA, M.F. (2026e1): OLIVEIRA, Marcos Fontoura de. Resumo em português do cap.2 do livro Design Justice: Community-Led Practices to Build the Worlds We Need” de Sasha Constanza-Clock (2020). Belo Horizonte, 22 fev. 2026. Disponível em: Biblioteca do LevanteBH. Acesso em: 22 fev. 2026.
comentário: A afirmativa “Se você não está à mesa, você está no cardápio” é boa para ser usada como uma complementação do já conhecido princípio “Nada sobre nós, sem nós”. Isso deve ser usado como um alerta para a necessidade de ser proativo e ter voz ativa, pois a ausência cobra um alto preço: quem não lidera, é liderado; quem não participa, é manipulado.
ponto de atenção (geral): Citar em algum documento a afirmativa “Nada sobre nós sem nós: se você não está à mesa, você está no cardápio” (em inglês: Nothing about Us without Us: if you’re not at the table, you’re on the menu).
observações:
Segundo Gemini-IA, essa frase que aqui usamos como complementar “ganhou força no cenário político de Washington D.C. a partir da década de 1980 e 90. Ela é frequentemente atribuída ao senador americano Mike Enzi (Wyoming), que a utilizava como um mantra para incentivar a participação ativa”.
Segundo ChatGPT, essa frase “não tem um autor único claramente documentado. Ela começou a circular amplamente nos anos 1970–1990. A frase ganhou ainda mais visibilidade em discursos políticos contemporâneos. Um dos usos mais conhecidos foi feito por: Shirley Chisholm, primeira mulher negra eleita ao Congresso dos EUA, que usava variações da ideia em discursos sobre representação política; Michael Eric Dyson e outros intelectuais afro-americanos também ajudaram a popularizá-la; mais recentemente, foi amplamente citada por Kamala Harris, especialmente no contexto de negociações internacionais e política externa”.