A exposição “viver junto na cidade” possui dois braços: como viver junto na cidade: mapa-múndi de boas ideias da cultura cidadã e como não viver junto na cidade: caixa de Pandora da cultura cidadã. Ela é o produto final de coroamento do pós-doutorado de Marcos Fontoura de Oliveira (2022-2025) para acontecer em 2027 ou 2028.
A primeira sala deve mostrar como dialogam esses dois braços: “como…” e “como não…”.
A exposição se iniciará pelo “como não” e terminará com o “como…”. A intenção é fazer com que o visitante saia dela com uma sensação de bem-estar.
Em uma das salas podemos usar o poema e a música “Tem gente com fome” com fotografias de pessoas tentando “e não conseguindo” embarcar no transporte coletivo. Acesse: vídeo no YouTube com Ney Matogrosso (1979) e letra no Spotify.
Em uma das salas pode haver a instalação Educação para gestores” a partir de “Educação para adultos“.
Em uma das salas pode haver algo a partir de Beatriz González: a imagem em trânsito.
A última sala da exposição deve ser a mais impactante. A música de fundo deve ser a Nona Sinfonia de Beethoven (que contém a “Ode à alegria”). Duas das respostas ao “como viver junto na cidade são: fazendo levantes e fazendo arte, pois “tudo é arte, tudo é política” (Ai Wei Wei). Um dos artistas a compor essa última sala deve ser Alex Frechette.