Nesta postagem tratamos de:
assexuais / arromânticos / agêneros (letra A de LGBTQIAPN+)
bissexuais (letra B de LGB, de LGBT e de LGBTQIAPN+)
discriminação em função da orientação sexual
homofobia / homossexuais
gays (letra G de GLS, de LGB, de LGBT e de LGBTQIAPN+)
GLS (sigla)
intersexos (letra I de LGBTQIAPN+)
lésbicas / lesbofobia (letra L de GLS, de LGB, de LGBT e de LGBTQIAPN+)
LGB (sigla)
LGBT (sigla)
LGBTQIAPN+fobia (sigla – antônimo: anti-LGBTQIAPN+fobia)
não-binários (letra N de LGBTQIAPN+)
pansexuais (letra P de LGBTQIAPN+)
queer (letra Q de LGBTQIAPN+)
S (letra S de GLS)
transfobia / transexuais / transgêneras / transvestigêneres / travestis (letra T de LGBTQIAPN+)
acesse também: Dia contra a LGBTQIAPN+fobia
Acesse também as postagens dos outros preconceitos que, na pesquisa Como viver junto na cidade, consideramos como opressões que se complementam, como rodas dentadas de uma grande e rígida engrenagem chamada exclusão. São eles:
ageísmo
capacitismo
classismo
racismo / discriminação / preconceito
sexismo
referência para citação deste verbete
OLIVEIRA, M.F. (2025c6): OLIVEIRA, Marcos Fontoura de. LGBTQIAPN+fobia. Belo Horizonte. LevanteBH, Belo Horizonte, 24 mar. 2025 (atualizado em 10 ago. 2025).
ponto de atenção (superado): Integra as referências de pelo menos uma versão da NTL n.º 1.
ponto de atenção (superado em 10/08/2025): Estabelecer uma definição de LGBTQIAPN+fobia para integrar o Vocabulário de Acessibilidade com Desenho Universal na Cidade.
comentário: Uma vez elaborada a última versão da NTL n.º 1 (que inclui este verbete como referência em pelo menos uma de suas versões), seguiremos aprimorando o conteúdo do presente verbete e, se necessário, do Vocabulário de Acessibilidade com Desenho Universal na Cidade, ambos do website LevanteBH.
A seguir, em ordem cronológica decrescente, mais informações sobre o assunto.
10 ago. 2025: Elaborada para a NTL n.º 1C a primeira definição de LGBTQIAPN+fobia.
13 jun. 2025: Na versão C da Introdução do Relatório Final da pesquisa “Como viver junto na cidade”, Marcos Fontoura afirma que:
[…] poucas são as cidades que já estão conseguindo passar da retórica à implementação de um conjunto de ações capazes de efetivar o direito a uma cidade inclusiva, ou, como digo em minha pesquisa, o direito a viver junto. Afirmei que a condição inicial, sine qua non, para isso é combater implacavelmente o capacitismo, o classismo, o idadismo, a LGBTQIAPN+fobia, o racismo e o sexismo.
1º jun. 2025: KIM, J. (2025): No artigo Park Service erases ‘transgender’ on Stonewall website, uses the term ‘LGB’ movement, Juliana Kim relata que o website do Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos da América retirou as menções a pessoas trans (letra T) e queer (letra Q), até então nele existentes, ao tratar do Stonewall National Monument (Monumento Nacional Stonewall), que deixa de ser referido como um movimento LGBTQ para ser um movimento apenas LGB.
5 fev. 2025: A instrução IN MinC n.º 23/2025 define em seu Anexo III (inciso X) que “capacitismo “parte do mesmo princípio de outros preconceitos como o sexismo, o racismo e a homofobia.
2020: No artigo “Democracia como forma de vida: Cultura política e eticidade democrática em Axel Honneth”, Rúrion Merlo afirma (p.76) que “[…] racismo, sexismo e homofobia moldam de maneira constitutiva práticas e comportamentos em diferentes dimensões da vida social, abrangendo espaços de convivência diferentes (casa, trabalho, escolas, universidades, bares, shoppings, praças, para citar apenas alguns) e produzindo injustiças em dimensões interseccionadas da política, da economia e da cultura”.
17 maio 2020: Criado o verbete Dia contra a LGBTQIAPN+fobia.
abr. 2019: Jaqueline Gomes de Jesus narra que Renata Carvalho contou que transvestigêneres é um “termo criado pelas ativistas Érika Hilton e Indianare Alves Siqueira, em uma mesa de bar, para se referirem de forma coletiva a pessoas transexuais, travestis e demais pessoas transgêneras“.
12 abr. 2018: No artigo “Queer: história de uma palavra”, Paul Preciado começa contando que “Houve um tempo em que a palavra queer era apenas um insulto” para concluir que “O movimento queer não é um movimento de homossexuais nem de gays, mas de dissidentes sexuais e de gênero que resistem às normas impostas pela sociedade heterossexual dominante, atento também aos processos de normalização e exclusão internos à cultura gay“:
12 jul. 2014: Denúncia de lesbofobia no metrô de Brasília.
2001: A discriminação em função da orientação sexual é citada em Lei (SP) n.º 10.948/2001 pendente.
anos 1990: A sigla LGBTQIAPN+ dos anos 2020 era restrita a três letras: GLS (onde G = Gay, L= Lésbicas e S = Simpatizantes).