Júlio (c/c Gabriela),
Obrigado pelo release. Não o conhecia. Doravante, penso que seria importante a CPA-BHTrans aprovar um texto como esse antes dele ser distribuído.
Esse texto tem um erro grosseiro que eu recomendo não ser replicado. O piso tátil só poderia ser “percebido pelo toque dos pés” durante um caminhamento se a pessoa estivesse sem sapato. Como isso não acontece, é imprudente dizer que o piso é concebido para ser “percebido pelo toque dos pés”. Os cones dos pisos têm altura máxima de 5mm. Se eles forem mais altos que isso, além de ser uma ilegalidade qualquer um de nós poderia tropeçar e cair (que o digam as pessoas com Parkinson, que andam arrastando os pés). O piso tátil é para ser percebido pela bengala longa (por isso, a pessoa com deficiência visual não corre o risco de “bater a cabeça da parede” como dizem os repórteres da Globo). A pessoa que quiser perceber o piso tátil com os pés vai certamente bater a cabeça em alguma parede. Uma vez detectado o piso com o uso da bengala, aí sim, pontualmente, a pessoa com deficiência visual (parada) pode até mesmo usar os pés como um recurso complementar para seguir seu caminho.
Abraço,