As imagens que ilustram esta postagem foram especialmente criadas com o ChatGPT.
GONZÁLEZ, B. (2025a): GONZÁLEZ, Beatriz. Beatriz González: a imagem em trânsito / The Image in Transit. Curadoria: Natalia Gitiérrez e Plyana Quintella. Texto: Jochen Volz et al. Fortuna crítica: Marta Traba et al. São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 2025. 256p. edição bilíngue português/inglês (catálogo da exposição, São Paulo, Pinacoteca de São Paulo, de 30 de agosto de 2025 a 1º fev. 2026).
GONZÁLEZ, B. (2025b): GONZÁLEZ, Beatriz. Pictografias particulares [Pictografias particulares] [Particular Photograhs], 2014. In: _____. Beatriz González: a imagem em trânsito. Curadoria: Natalia Gitiérrez e Plyana Quintella. Texto: Jochen Volz et al. Fortuna crítica: Marta Traba et al. São Paulo: Pinacoteca de São Paulo, 2025. p.2016-2017. edição bilíngue português/inglês (catálogo da exposição, São Paulo, Pinacoteca de São Paulo, de 30 de agosto de 2025 a 1º fev. 2026).

Exposição bela e sombria, de uma grande artista nascida em Bucaramanga (Colômbia, 1932). Fui percorrendo as salas, uma a uma, envolvendo-me com a obra até chegar à última sala. A sala 7 tem três obras: Instantánea del rayo (2015), Papel de colgadura Prejudicadores (2002), Pictografias particulares (2014).
Texto na parece da sala 7 (que não consta no catálogo):
Cartografia da violência
aqui, as obras expressam como González segue reconfigurando a linguagem visual para abordar a violência sistemática que marca a história recente da Colômbia. Pictografias particulares (2014), criada originalmente para 8ª Bienal de Berlim, parte de uma lembrança de viagem à Alemanha nos anos 980, quando a artista viu placas de trânsito alertando motoristas sobre a presença de animais silvestres. Reapropriando-se desse código gráfico, ela dia sinais que alertam sobre corpos vulneráveis em zonas rurais: camponeses, mulheres, crianças, figuras sob constante ameaça de diferentes origens.
Já Los predicadores (2001), apresentado como papel de parede, tem como imagem-base uma fotografia que mostra três vítimas anônimas dispostas em uma vala comum, com os rostos cobertos por véus. A obra parte de imagens jornalísticas da exumação de cadáveres e aponta para a presença constante da morte invisibilizada no cotidiano, apesar das cores vibrantes e do acentuado tom gráfico.
Que tipo de intervenção você faria para alertar sobre algo importante na sua comunidade?
Na “Lista de obras” do catálogo (p.251) lemos:
Pictografias particulares [Pictografias particulares] [Particular Photograhs], 2014
impressões digitais sobre metal (cópias de exibição) [digital prints on metal (exhibiton copies)]
60×250 cada [eath]
Coleção [Collection] CIAC, México [pp. 216-217]
No catálogo (p.2016-2017), há uma bela imagem das placas de Pictografias particulares (2014) instaladas em um jardim repleto de árvores.
Ideia imediata: Responder à pergunta “Que tipo de intervenção você faria para alertar sobre algo importante na sua comunidade?” por meio de uma obra de M.Douro, a partir das Pictografias particulares de Beatriz González, para incorporar na exposição viver junto na cidade.
Encontrei imagem da obra “Pictografias particulares” em página da Galeria Peter Kilchmann. Nela, compartilhei usando o comando “+Share” no Facebook:
