Esta postagem integra lista do verbete calçada / passeio / afastamento frontal.
Sei que esta postagem é apenas mais uma, registrando mais um problema recorrente em Belo Horizonte. O presente registro, junto a outros similares, é um material que pode ajudar a encontrar possibilidades de atuação da população e dos tomadores de decisão. Como cidadão-pesquisador, vou fazendo a minha parte acionando as minhas redes.
Em ___PENDENTE foi registrada uma reclamação no portal da PBH em “Construção, Ausência de Acessibilidade ou Manutenção do Passeio – Fiscalização” (link para a página).
OLIVEIRA, M.F. (2026___): _________________.
texto: Na calçada do Palacete Dantes, na altura do endereço (consultando o Google Maps) Av. Cristóvão Colombo, n.º 668, não há qualquer sinalização tátil no piso e o pedestre com deficiência visual precisa se guiar pelo alinhamento das edificações para caminhar com segurança e autonomia. Entretanto, não há qualquer sinalização tátil no local e foi construída uma rampa para facilitar o acesso de veículos à garagem da edificação. Olocal está inseguro: se o pedestre estiver subindo a avenida, precisará dar a volta; se estiver descendo, poderá pisar “em falso”. Solicito providências (fotografia anexa).
Reclamação protocolada em “Solcitar” na página “Construção, Ausência de Acessibilidade ou Manutenção do Passeio – Fiscalização (link para a página) do site da PBH.
Esse local, próximo à Praça da Liberdade, onde há alta concentração de locais de interesse cultural, o pedestre com deficiência visual precisa se guiar pelo alinhamento das edificações para caminhar na calçada com segurança e autonomia. Observe-se que não há qualquer sinalização tátil no local e implantá-la não é simples por se tratar de uma calçada protegida. Foi construída uma rampa irregular na calçada, que criou um degrau, para facilitar o acesso de veículos à garagem da edificação. Isso coloca o pedestre em risco: se estiver subindo a avenida, precisará dar a volta; se estiver descendo, poderá pisar “em falso”.
crédito das fotofrafias que seguem: Marcos Fontoura de Oliveira (08/07/2026)
(uso autorizado, pedindo-se apenas que seja citada a fonte)



Consultando o Google Maps (acesse aqui), constata-se que a situação está exatamente como visto em 2026, pelo menos desde 2009 (ou seja, há quase trinta anos que essa ilegalidade acontece). Aguardemos saber com a PBH responderá a uma reclamação formal.