Esta postagem integra lista do verbete piso tátil.
em início de construção
Comparando duas travessias de pedestres em duas portas de escola, vemos que não foi seguido um padrão na implantação da faixa tátil (direcional) do rebaixo.
pendente BHTRANS & SUMOB (2025f425): EMPRESA DE TRANSPORTES E TRÂNSITO DE BELO HORIZONTE S.A – BHTRANS; SUPERINTENDÊNCIA DE MOBILIDADE – SUMOB. Gerência de Comunicação e Marketing – GCMAR/SUMOB. 25/4 – Equipe monitorando na porta da EMEI Tupã, no Bairro Nova Cintra. Circulando – Boletim BHTRANS/SUMOB, Belo Horizonte, 25 abr. 2025. [recebido por e-mail da ACM-BHTrans].
ponto de atenção (NTL n.º 15): Na fotografia de “equipe monitorando” uma travessia de pedestres no bairro Nova Cintra vemos a aplicação do piso direcional conectando o piso de alerta a uma guia de caminhamento (no caso, o muro da escola). Essa distância parece ser de 20cm ou pouco mais do que isso. Ficam as questões: porque essa calçada permanece tão estreita, depois da implantação de um projeto de segurança, se logo após a travessia há um estacionamento permitido (placa R6b)? Porque a calçada não foi alargada na travessia? Talvez seja o caso de emitir uma recomendação da CPA-BHTRAns à BHTrans com os critérios de acessibilidade a serem adotados (nesse caso, ter um checklist aplicado é fundamental).

rebaixo em calçada sem piso tátil direcional (Circulando 07/04/2025)
observação: Na fotografia que ilustra a ‘implantação da Zona 30 na E. M. Monsenhor João Rodrigues de Oliveira” no bairro São Geraldo não há piso direcional conectando o piso de alerta a uma guia de caminhamento. Essa distância parece ser de mais de 50cm.
ponto de atenção (NTL n.º 15): e-mail da CPA-BHTrans enviado para DSV em 08/04/2025 nos seguintes termos: O Circulando de ontem (07/04/2025) está ilustrado com a fotografia que segue. Peço-lhe avaliar o motivo da ausência da faixa tátil direcional junto ao rebaixo dessa travessia.
