SIMMEL, G. (1967): SIMMEL, Georg. A metrópole e a vida mental. Tradução: Sérgio Marques dos Reis. In: VELHO, Otávio Guilherme (Org.). O fenômeno urbano. Tradução: Sérgio Marques dos Reis. Rio de Janeiro: Guanabara, 1967. p.10-24.
ponto de atenção (Introdução do Relatório Final da pesquisa): Registrado na versão C em 13/06/2025: Pendente: avaliar a pertinência de citar aqui SIMMEL, G. (1967; 2005); ERVAS (2023).
Do mesmo autor e sobre ele acesse também:
- “As grandes cidades e a vida do espírito” de G. Simmel (2005)
- seminário “A vida mental na metrópole contemporânea” do Observatório das Metrópoles (2011)
- A pretexto de Simmel: cultura e subjetividade na metrópole contemporânea (Pechman – 2014).
- Segundo Georg Simmel, quanto mais consciência, mais sofrimento subjetivo (Pondé – 2025).
trechos:
p.23 [bem diferente da tradução de “As grandes cidades e a vida do espírito” publicada na revista Mana (p.589) onde lemos que “A função das cidades grandes é fornecer o lugar para o conflito” temos aqui, penso que melhor dito]:
[…] É função da metrópole fornecer a arena para este combate e a reconciliação dos combatentes. […]
comentário:
Após assistir ao filme turco “Ervas secas (2023)” escrevi:
Na aldeia isolada onde se passa a história, Istambul e Ancara são, por várias vezes, citadas como lugares onde se poderia viver com mais liberdade. Lembrei-me de “o ar da cidade torna você livre” e de “A função das cidades grandes é fornecer o lugar para o conflito“. Conclusão (?) da pesquisa Como viver junto na cidade: “o ar de uma cidade grande pode nos ajudar a sermos livres”. Ou na atualidade seroa mais fácil ser livre em uma cidade pequena?