METRICS (2025a): METRICS MOBILIDADE. Checklist (proposta à CPA-BHTrans) de acessibilidade para Estação Vilarinho. Belo Horizonte, 17 abr. 2025 (versão de planilha submetida).
METRICS (2025b1): METRICS MOBILIDADE. Laudo de acessibilidade – análise de projeto, área externa e área interna do Shopping Estação BH (Belo Horizonte/MG). Belo Horizonte, jun. 2025. 175p. + Anexos com 330p. (total). [recebido por e-mail da Sumob em 27/06/2025]. Disponível em: Biblioteca do LevanteBH. Acesso em: 16 jul. 2025. [observação: acesse o verbete requisito de acessibilidade].
METRICS (2025b2): METRICS MOBILIDADE. Laudo de acessibilidade – análise de projeto, área externa e área interna do Shopping Estação BH (Belo Horizonte/MG). Belo Horizonte, jun. 2025. Anexo-Ckecklist de acessibilidade arquitetônica aplicado na Estação Vilarinho, 76p. Disponível (PDF) em: link externo. Acesso em: 16 jul. 2025.
comentário: Integra as referências de Parecer Técnico CPA-PBH n.º 001/2026.
METRICS (2025c1): METRICS MOBILIDADE. Laudo de acessibilidade – análise de projeto, área externa e área interna do Shopping Estação BH (Belo Horizonte/MG). Belo Horizonte, out. 2025. 184p. + Anexos com 330p. (inclui prioridades, checklists, questionário, tabulação de dados, ART/RRT). [recebido por e-mail da Sumob em 21/052026]. Disponível em: Biblioteca do LevanteBH. Acesso em: 21 maio 2026. [observação: acesse o verbete requisito de acessibilidade]
comentário: Integra as referências de Parecer Técnico CPA-PBH n.º 001/2026.
Antes de ser aplicado na Estação Vilarinho pela Metrics, o checklist teve versões propostas e comentadas por Marcos Fontoura. Acesse referências sobre avaliação e coleta de informações para checklists de estações para as análises e correções recomendadas. Ele foi aplicado e usado pela Metrics para sustentar o Laudo de Acessibilidade da Estação Vilarinho (versão mar.2025 com imperfeições apontadas posteriormente por Marcos Fontoura e espondidas pela Metricc diretamente na versão out.2025). Essa imperfeições moticaram a elaboração, pela BHTrans, do laudo de acessibilidade das linhas de bloqueio (clique aqui para acessá-lo – ainda de acesso restrito até autorização da DPR/BHTrans).
trecho do laudo Metrics (out.2025) a serem comentados no laudo de acessibilidade de Marcos Fontoura (versão 2026):
p.182:
ALINHAMENTO COM O ÓRGÃO
Durante a reunião de alinhamento realizada com os gestores do Shopping, ficou acordada a necessidade de construção de uma rampa de acesso que conecte o nível G1 à plataforma Sul. Essa medida visa garantir a acessibilidade adequada aos usuários, em conformidade com as normas técnicas vigentes (incluindo inclinação, piso tátil, corrimãos e sinalização adequada).
A decisão pela execução da rampa foi resultado de consenso entre as partes envolvidas, reforçando o compromisso conjunto com a promoção de um ambiente acessível e inclusivo.
A responsabilidade pelo projeto e execução ficará a cargo da equipe técnica indicada, com supervisão conjunta entre a administração do Shopping e os representantes do órgão responsável. O cronograma de execução e os detalhes operacionais serão definidos em etapas posteriores, respeitando os trâmites legais e prazos acordados.
p.183:
DISCORDÂNCIA COM O ÓRGÃO
Durante o processo de avaliação e alinhamento com o órgão (BHTRANS), surgiram divergências importantes entre as recomendações da consultoria e os entendimentos técnicos do órgão.
Uma discordância relevante diz respeito à acessibilidade nas linhas de bloqueio (catracas, cancelas e portas de segurança). A consultoria considerou que ao menos um dos dispositivos em cada conjunto possui largura mínima de 80 cm, atendendo aos critérios básicos de acessibilidade. Também foi destacado que, mesmo onde o sistema não é automatizado, a estação disponibiliza funcionário para auxiliar no acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou cadeirantes, garantindo a passagem quando necessário.
Entretanto, conforme manifestação técnica do representante da BHTRANS, Sr. Marcos Fontoura, a conclusão registrada na página 102 do laudo da consultoria não condiz com o item 5.3 do checklist de acessibilidade. Segundo ele, “não há sequer uma passagem em qualquer das oito linhas de bloqueio vistoriadas que seja acessível”, o que representa uma divergência direta com a avaliação técnica da consultoria.
Além disso, foi apontada outra discordância no item 4.1.1, relacionado aos elevadores, especificamente quanto à ausência de sinalização sonora. A consultoria indicou a necessidade de instalação do recurso, mas, conforme manifestação do Sr. Marcos Fontoura, a análise apresentada na página 91 do laudo (anteriormente, nas páginas 89 e 90) foi considerada insuficiente, por não apresentar alternativas ou soluções viáveis para a correção da inconformidade, como seria esperado.
A consultoria compreende a importância da sinalização sonora nos elevadores como elemento essencial de acessibilidade, porém entende que essa questão está diretamente vinculada ao atendimento das normas técnicas pelo fabricante do equipamento, não sendo possível solucioná-la por meio de alterações arquitetônicas no terminal. Por esse motivo, não foi identificada uma solução arquitetônica aplicável para essa inconformidade, e a recomendação permanece restrita à adequação do sistema pelo fornecedor.
A consultoria reafirma sua posição, baseada em medições, observações de campo e interpretação da norma vigente. Entende, contudo, que eventuais divergências técnicas podem ser resolvidas por meio de nova vistoria conjunta ou redefinição dos critérios de avaliação por parte do órgão competente.
p.184:
PRIORIDADES INDICADAS PELA CONSULTORIA
A lista de prioridades apresentada foi pensada a partir da lógica de como uma pessoa com mobilidade reduzida percorre a edificação, desde a entrada até os ambientes de destino. A ideia foi organizar as adequações arquitetônicas internas de forma sequencial, garantindo que o usuário consiga entrar, circular e utilizar os espaços com autonomia, conforto e segurança.
Vale destacar que a análise se concentrou nas intervenções arquitetônicas da parte interna do edifício. Entende-se que a área externa, como calçadas e acessos ao lote, deve ser planejada de forma integralmente acessível, motivo pelo qual não houve detalhamento específico dessas soluções neste levantamento.
Dentro da edificação, a hierarquização seguiu o caminho natural do deslocamento: iniciando pelas entradas, seguindo pelas circulações horizontais, como corredores, portas e passagens, depois os elementos de transposição vertical — rampas, escadas e elevadores — e, por fim, os equipamentos e ambientes de uso, que são o destino final dos usuários. Essa organização busca dar clareza às etapas de intervenção e reforça a ideia de que a acessibilidade precisa ser contínua, conectando todos os pontos do percurso e não apenas locais isolados.